S uas cidades são limpíssimas, organizadas e cheias de belas arquiteturas. A natureza, por sua vez, é fabulosa. Seja para qual lado você olhar sempre haverá uma daquelas paisagens dignas de calendário de parede. Um terço da área do país é ocupada pelos Alpes. A cidade de Zermatt, com o pico Matterhorn ao fundo, é o mais célebre cartão-postal da Suíça. Por conta dessa combinação tão harmônica entre ...o natural e o urbano, a Suíça acabou se tornando uma espécie de padrão de beleza do Ocidente. Tanto que suas casas nas montanhas com aqueles telhadinhos pontiagudos (que serve para escorrer a neve) virou referência global e passaram a ser copiadas em várias partes do mundo, de Bariloche a Aspen.
Essa vocação para a perfeição talvez seja consequência da tradicional neutralidade suíça. Longe de guerras a quase 500 anos, o país nunca precisou reconstruir cidades bombardeadas e apenas tratou de aperfeiçoar o que já estava muito bem-acabado. Viajar pela Suíça é sentir-se, de fato, no Primeiro Mundo. E essa sensação aumenta mais ainda quando você entra em um trem suíço. O país é servido por uma malha ferroviária extensa que leva a todo canto com muita rapidez e pontualidade. Os trens suíços são a forma mais prática, e também charmosa, de conhecer a terra do fondue e do chocolate. A partir de Zurique, que recebe voos diretos do Brasil, é muito fácil sair rumo as cidades de Berna, Lucerna, Lausane, Montreaux e Lugano, esta última no extremo sul do país, onde você é capaz de jurar que está na Itália. De fato, o idioma e os cardápios de Lugano são totalmente latinos.
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